República Velha (1889 – 1930)
Os treze presidentes. Ao longo da República Velha, que é a denominação convencional para a história republicana que vai da proclamação (1889) até a ascensão de Getúlio Vargas em 1930, o Brasil conheceu uma seqüência de treze presidentes. O traço mais saliente dessa primeira fase republicana encontra-se no fato de que a política esteve inteiramente dominada pela oligarquia cafeeira, em cujo nome e interesse o poder foi exercido.
Desses treze presidentes, três foram vices que assumiram o poder: Floriano Peixoto, em virtude da renúncia de Deodoro da Fonseca; Nilo Peçanha, pela morte de Afonso Pena; e, finalmente, Delfim Moreira, pela morte de Rodrigues Alves, ocorrida logo após a sua reeleição.
Nova República é o nome do período da
História do Brasil que se seguiu ao fim da
ditadura militar. É caracterizado pela ampla
democratização política do
Brasil e sua estabilização econômica. Usualmente, considera-se o seu início em
1985, quando, concorrendo com o candidato situacionista
Paulo Maluf, o oposicionista
Tancredo Neves ganha uma eleição indireta no Colégio Eleitoral, sucedendo o último presidente militar,
João Figueiredo. Tancredo não chega a tomar posse, vindo a falecer vítima de infecção hospitalar contraída na ocasião de uma cirurgia. Seu vice-presidente,
José Sarney, assume a presidência em seu lugar. Sob seu governo é promulgada a
Constituição de
1988, que institui um Estado Democrático de Direito e uma república
presidencialista, confirmada em
plebiscito em
21 de Abril de
1993.
Esse período ficou conhecido como "Primeira República", "República dos Bacharéis", "República Maçônica" e "República da Bucha", pois todos os presidentes civis daquela época eram bacharéis em direito. Todos, exceto Epitácio Pessoa, formados na Faculdade de Direito de São Paulo. Quase todos foram membros da maçonaria
ResponderExcluirCamila, que aspecto da lei te chamou mais atenção? Gostaria que comentasse mais sobre a lei....abraço.
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